Um dia para ver os astros e soltar a imaginação

Crianças e adultos opinam sobre o Dia do Asteroide no Museu de Ciências



| Autor MARIA ALICE | Fotos DIVULGAÇÃO | Edição de imagem PAULO CAVALHERI

Astronomia, esta ciência complexa e ao mesmo tempo curiosa e fascinante, é capaz de fomentar o desejo de ser cientista. E quem mostra isso é o público infantil presente no Dia do Asteroide, 30 de junho, evento que transformou o Museu de Ciências da Unicamp num espaço de observação dos astros, lançamento de foguete, sessão de cinema, palestras sobre tecnologia aeroespacial, raios cósmicos, acidentes espaciais e pesquisas no campo da astrofísica. “Eu quero ser uma cientista do tipo deles”, diz a pequena Ana Júlia.

A iniciativa de criar o Asteroid Day é do Astrolab, projeto de extensão iniciado no Instituto de Matemática, Estatística e Computação Científica (Imecc), que  agora envolve alunos de diversas áreas da Unicamp. Apesar de ter sido inspirado no desejo de uma criança, em evento anterior, o Astrolab atrai um grande público adulto.

Do pôr do sol ao desenrolar da noite, surgem grupos de amigos, famílias, casais, além daquele compartilhador de telescópio que sempre quer espiar o equipamento cedido pelo outro. Sim, a tecnologia para observação do céu é compartilhada por pessoas da comunidade, empenhadas em sanar dúvidas. São elas, ao lado de professores e alunos da Unicamp que promovem a emoção de ver composições naturais, como o aglomerado de Ptolomeu, além das fotos disponíveis na internet. “Eu queria estar lá, ver sem telescópio”, imagina Isabela.

A equipe do projeto Extensão 48 da Diretoria de Comunicação da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (Proec) produziu um vídeo para mostrar como foi o evento. Em breve, texto completo sobre o Astrolab, suas parcerias e eventos no Jornal da Unicamp. A equipe do Astrolab garante que vem mais por aí. É só acompanhar na página do museu, que, aliás, tem muito mais atividades abertas ao público. Como diz o professor Pedro de Holanda, coordenador associado do mudeu e coordenador do Astrolab, “coloquem o museu no radar porque sempre tem algo acontecendo”.